Cid terá de se explicar a Edson Fachin sobre R$ 20 milhões em propina paga pela JBS

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O ex-governador Cid Gomes (PDT) deverá se explicar ao ministro Edson Fachin, responsável pela Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), sobre as acusações de ter cobrado, para liberar R$ 110 milhões em créditos retidos do ICMS junto ao Governo do Ceará, R$ 20 milhões em propina da JBS, em 2014, quando ainda estava à frente do Abolição.

A manutenção do caso nas mãos do STF foi pedida pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, em parecer enviado à Corte. No documento, ela ainda endossa a denúncia feita por Wesley Batista, em delação premiada, sobre o pagamento de R$ 20 milhões em propina ao então governador para a liberação de crédido.

Segundo ela, o próprio Cid forneceu os dados que endossaram a denúncia. O ex-governador, tentanto provar o contrário, disponibilizou dados que apontam o pagamento de R$ 41 milhões à empresa ao longo de três anos – de 2011 a 2013 – e o pagamento de R$ 110 milhões somente em 2014, ano eleitoral. Segungo Wesley, o dinheiro teria sido usado para financiamento das campanhas de aliados do pedetista.

Fica no STF

Para a PGR, o caso deve ser mantido no STF devido ao envolvimento do deputado federal Antônio Balhman (PDT), apontado como intermediador do recebimento. No entanto Raquel Dodge orientou que a investigação sobre o pagamento de R$ 4,5 milhões em propina a Cid, em 2010, repetindo o mesmo esquema, continue na Justiça cearense, já que não menciona ninguém com foro privilegiado.


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