Deputado Federal Cabo Sabino (PR) diz que segurança pública do estado do Ceará deve ser reencontrada.

O deputado ainda expôs a sua situação política.

Cabo Sabino

              Em visita na noite desta sexta feira (09) em Santa Quitéria, cumprindo a sua agenda como Deputado, no primeiro Simpósio sobre segurança pública realizado pelo Movimento Direita Santa Quitéria, Cabo Sabino, deputado Federal atualmente pelo Partido da República (PR) começou parabenizando os organizadores do evento, e agradecendo as autoridades do município pela receptividade, levou uma grande discussão sobre segurança pública, para os que estavam presentes no auditório da CDL de Santa Quitéria, tendo em vista a situação crítica que vive o estado do Ceará e o Brasil com as facções criminosas que dominam as ruas e as penitenciárias, fazendo com que seja visível no semblante de cada cearense, em especial, o medo de andar pelas ruas.

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               Em entrevista a nossa reportagem, o mesmo comentou bastante sobre segurança, “É preciso ser revisto alguns conceitos de segurança pública, é preciso mudar o sistema de inteligência do país, tanto é, que está sendo implantado o SUSP (Sistema Unificado da Segurança Pública) que é um projeto meu. Tem que se criar coragem para enfrentar as facções criminosas” Frisou. O deputado também citou a questão dos bloqueadores de celulares nos presídios e penitenciárias cearenses, e disse que só quem pode legislar sobre esse tema é a união, e que quando estado faz leis para este fim, é inconstitucional, apoiando inclusive a decisão do Supremo Tribunal Federa (STF), que impediu a implantação dos bloqueadores nas unidades prisionais do estado. O que não impede segundo Cabo Sabino, é que o próprio estado coloque o seu bloqueador, e os representantes possam criar mais projetos como este, e realmente pôr em prática de imediato.

              Quando questionado se o governador Camilo Santana havia recuado com relação ao projeto de implantação dos bloqueadores, o mesmo afirmou que não acredita em um recuo do governador. “Eu acredito que ele esteja esperando uma Lei Federal que paute cada vez mais o assunto, e que haja uma ação conjunta com os demais estados.” Sabino ainda disse que não acredita que aumente as crises nas penitenciárias, mas sim, um efeito colateral nas ruas, citando exemplos da Capital Cearense, que durante o período de discussão justamente sobre a instalação dos bloqueadores, sofreu com ônibus coletivos sendo incendiados em vários Pontos da cidade e ataques a prédios públicos. “É aí que entra a responsabilidade da segurança Pública do estado.”

           O deputado ainda falou que está tranquilo com relação ás eleições deste ano, e que exclusivamente pensa em concluir o seu mandato, precisando de imediato decidir se permanece no partido em que está, Partido da República (PR) ou se migra para outra sigla. “Existe uma conversa com o PHS, estamos acertando alguns ajustes, se chegar mos a um entendimento, há uma grande probabilidade de irmos sim para o PHS.” Ele ainda frisou que com relação a pré candidatura de Jair Bolsonaro, acredita que ele possa ser o proxímo presidente do Brasil.

 

 

Repórter: Jarbas Freire.

 

 


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