Projeto de reajuste dos professores é polêmica na Câmara Municipal de Santa Quitéria nesta sexta feira (13).

Sindicato que representa a categoria deixa claro a sua insatisfação com o reajuste apresentado pela gestão.

Professor

Foto meramente ilustrativa.

            A sessão desta sexta feira (13) na Câmara Municipal de Santa Quitéria mais uma vez levantou as discussões sobre o projeto de reajuste dos professores que foi acompanhado de uma votação para aprovação ou não da proposta apresentada pela gestão. O placar ficou da seguinte forma: Oito (08) vereadores da situação aprovaram e os cinco (05) de oposição foram contra, pois segundo os mesmos, estavam seguindo a orientação do sindicato e cumprindo a Lei. Vendo que o referido projeto não estava indo de encontro aos anseios dos profissionais do magistério.

           Com a desaprovação da bancada de oposição, gerou-se insatisfações de parte dos professores que queriam de alguma forma o reajuste, pois ainda está para ser decidido se vai ser imposto ou não. Estamos aguardando um posicionamento da Câmara. Enquanto que outros profissionais juntamente com o sindicato continuam na luta em busca dos demais direitos que faltam, e que segundo a presidente Regina Barros Veras, a atual gestão está tirando. “Esta gestão deveria reconhecer e respeitar mais os professores, que tanto trabalham e atualmente estão tendo os seus direitos negados.” Frisou.

O SINDPROSQ emitiu uma nota explicando o porquê de se posicionar contra o projeto enviado pelo executivo:

Diante da não aprovação do texto do Projeto de Lei do reajuste salarial do magistério público, é necessário virmos a público esclarecer os seguintes pontos: O Sindprosq jamais poderá compactuar com o PL em seu texto original, posto que espezinha flagrantemente a Lei do Piso e, principalmente, o Plano de Cargos e Carreiras da Categoria. Com todo o respeito, não peçam pra que esta entidade sindical concorde com tamanho absurdo, ou seja, a Tabela desatualizada de salários, Ausência de pagamento retroativo a 01/01/2019 e Ausência da progressão que a atual gestão vem negando desde 2017.

Jamais pactuaremos com tamanha ilegalidade e, acreditem, a responsabilidade pelo atraso no reajuste de salários é TODA do Executivo que agiu de forma irresponsável e não do Sindprosq, não invertamos as responsabilidades, pois é dever do Sindicato cobrar o cumprimento da Lei. Ademais, a Câmara é poder absolutamente independente e, no presente caso, pode e tem o dever constitucional e republicano de modificar o Projeto de Lei através de emenda. Essa é nossa posição oficial e a hipótese de aceitarmos isso pra, então, pleitearmos o restante depois é, no mínimo, inocente e deveras singela, uma vez que esta Administração Pública já nos demonstrou seu desprezo e total desrespeito pelos direitos da categoria, vide a progressão que nunca fora efetuada por esta gestão. Portanto, a responsabilidade por tudo o que vem ocorrendo com tamanho desprezo, desrespeito e desvalorização da categoria é dessa irresponsável gestão municipal que vem ano após ano massacrando a categoria desrespeitando o PCCS sem os reajustes e sem as progressões a que a categoria faz jus. Um mísero reajuste salarial, não é nem aumento salarial que era pra ter sido concedido nos primeiros dias de janeiro o gestor depois de incansáveis cobranças por parte dos representantes da categoria, envia no mês agosto/setembro um Projeto de Lei cheio de vícios, ou seja, pronto para tumultuar e nada acontecer. Ocasionando assim, uma total desvalorização dos Profissionais do Magistério público municipal de Santa Quitéria. O Sindprosq pleteia o que a Lei chancela, nenhuma vírgula a mais, sempre buscando a valorização do Profissional da Educação do Magistério público de Santa Quitéria.

 Atenciosamente, DIRETORIA DO SINDPROSQ

 

             Em entrevista ao Programa JORNAL DA WEB, a vereadora Sônia Paiva, líder do prefeito falou que a gestão não estava deixando de reconhecer os outros direitos da categoria, mas que no momento não estaria em condições de arcar com tudo, e que daria o reajuste inicial e depois em momentos posteriores poderiam recorrer para os demais direitos, como a progressão. Para a vereadora, os professores deveriam receber inicialmente o que estava sendo proposto pelo prefeito. “A gente não pode se dá ao luxo de recusar um reajuste. É o que pode ser dado no momento.” Já a presidente do sindicato que defende a categoria, frisa não acreditar que o problema seja a falta de condições, pois os recursos do FUNDEB estão mostrando o quanto o município recebe para a manutenção da educação.

Reportagem: Jarbas Freire.


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